Leitura institucional
A proposta é avaliada pelo que o instrumento público quer financiar, não apenas pelo que a empresa gostaria de executar.
A Marin antecipa como uma proposta de inovação será lida, questionada e auditada antes de a empresa assumir compromissos técnicos e financeiros.
O trabalho começa separando oportunidades aderentes de chamadas que parecem atraentes, mas exigem contrapartidas, prazos ou evidências incompatíveis com a empresa.
A proposta é avaliada pelo que o instrumento público quer financiar, não apenas pelo que a empresa gostaria de executar.
A análise considera elegibilidade, maturidade tecnológica, orçamento, prazo, governança e exposição futura em diligências.
Rubricas, compras, entregas e documentos precisam nascer alinhados. Isso reduz retrabalho e evita que a prestação de contas vire uma correção tardia.
O projeto precisa demonstrar inovação real, risco tecnológico e coerência com o nível de maturidade esperado pelo edital.
Certidões, histórico, evidências e responsabilidades são organizados antes da escrita final, não depois da aprovação.
A decisão não depende apenas de encontrar um edital aberto. Ela combina o estágio real do P&D, as regras do instrumento e a capacidade da empresa de executar e comprovar o projeto.
O problema técnico, a novidade, o risco tecnológico e os resultados esperados são confrontados com os objetivos da chamada pública.
Porte, setor, localização, parceria com ICT, regularidade fiscal, contrapartida e demais requisitos são verificados antes de mobilizar a equipe.
O orçamento é avaliado por rubrica, fluxo de caixa, despesas elegíveis e capacidade de manter a execução até os desembolsos previstos.
A empresa recebe uma leitura objetiva sobre avançar, amadurecer ou descartar a oportunidade, com riscos prioritários e próximos passos.
Depois da análise de aderência, aprofunde a oportunidade e prepare uma submissão coerente com a execução.
Traga a tese de inovação, o edital alvo ou a carteira de P&D. A primeira conversa identifica riscos e próximos passos.